‘Temos De Reinventar A Máquina Pública’

04 Feb 2018 09:38
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Logo você receberá os melhores conteúdos em teu e-mail. O Brasil atravessa uma decadência fiscal sem precedentes. taxisaintlazare-vi.jpg O governo federal está entrando no quinto ano com déficit nas contas públicas. Alguns Estados, como Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro, e vários municípios estão quebrados. Outros, à beira da falência.Como a senhora vê o quadro fiscal do Brasil hoje? A gente tem um quadro fiscal gravíssimo, no entanto a gente precisa relativizar as coisas. Em 2015, o Brasil estava indo aceleradamente pro precipício. Desde portanto, foram tomadas muitas medidas para tentar desacelerar este modo, entretanto ainda não deu pra reverter a ocorrência totalmente - e isso a gente precisa fazer.Acredito que a eleição de 2018 será fundamental para responder se vamos conseguir mesmo reverter esse processo ou voltar a acelerá-lo. De nada adianta adotar só medidas paliativas, que foi o que caracterizou boa fração dos ajustes dos Estados e municípios ao longo dos três últimos anos. Os ajustes efetuados a começar por 2015 foram em vasto fração conjunturais, contudo vamos depender afrontar uma agenda estrutural.Imediatamente, não tenho dúvida que isso só tem que ocorrer em 2019, dependendo do efeito da eleição. Como a gente chegou a esse ponto? Esse método de desequilíbrio fiscal se acentuou por intermédio da Constituição de 1988. A Constituição Cidadã está cobrando o seu valor imediatamente. Nas últimas semanas, obteve corpo a conversa sobre isso uma possível mudança na chamada "regra de ouro", que impossibilita o governo de se endividar para pagar gastos correntes, como a folha do funcionalismo. Qual é a sua visão a respeito de essa questão?Essa é uma conversa que veio com atraso e de forma extemporânea. No momento em que se optou por um ajuste gradual, ao determinar o acréscimo de gastos à inflação do ano passado, essa dúvida agora estava implicitamente colocada, mas por uma série de fatores não veio à tona. Neste instante, ficou claro que será penoso executar o fundamento de ouro e o teto de gastos ao mesmo tempo, em razão de o teto prevê déficits elevados, mesmo quando decrescentes, nas contas públicas, por incalculáveis anos. Pois, tecnicamente, o governo está dizendo que é melhor focar no teto e flexibilizar o fundamento de ouro.O que é preciso fazer para definir o problema? É uma reforma mais branda, ainda protegendo alguns setores, outras classes, alguns proveitos, ou uma reforma mais ampla, que enfrente bem como estas dúvidas? Faz significado discutir essa charada no momento, com a proximidade das eleições? Conversar isto em ano eleitoral é solicitar para ter um encontro com o caos em 2019. Mais que isso é comprometer o futuro.8 - Imã de geladeira serve por ti pedir a pizzaInvista em um espaço de tamanho médio10 - Marketing de afiliadosLoja eletrônicaPela insistência de itens em teu estabelecimento comercial11 - Loja de cosméticosO critério de ouro é o último pilar que nos resta de responsabilidade fiscal. Será que é possível fazer um debate desses em um ano eleitoral, com um Congresso Nacional que, pelas decisões mais recentes, vem flexibilizando o ajuste fiscal em todas as propostas apresentadas pelo governo? Se o Congresso falar essa questão, é viável que a estenda pra Estados e municípios, abrindo a promessa de eles se endividarem pra pagar gastos correntes, que é o assunto do desequilíbrio das finanças dos entes subnacionais.Aí, haverá o agravamento do quadro fiscal que neste momento é muito perigoso. Se, em 2019, o presidente que assumir perceber, por ventura, que tem que manter o gradualismo e revirar pela diretriz de ouro, aí será desigual, até porque essa questão deverá ser discutida pela campanha. is?y3GXlluQyB2ghwmY4INYyRZLEGBR1sIOqkwv5cVArxE&height=205 O governo tem liberado bilhões de reais para tentar aprovar medidas no Congresso, como a reforma da Previdência.Como a senhora vê este movimento, diante do desequilíbrio nas contas públicas? Hoje, no âmbito da reforma da Previdência, necessitamos refazer as contas. É preciso assimilar quais serão os proveitos da reforma com a desidratação que aconteceu no procedimento de negociação alcançado no Congresso e o que estamos dando em troca ou flexibilizando para atingir tua aprovação. Tudo tem um limite do ponto de vista de custos e proveitos.A moeda de troca está ficando ainda mais cara. À capacidade que o procedimento eleitoral for se aproximando, essa relação terá que permanecer ainda mais desbalanceada. A equipe econômica tem introduzido propostas muito claras e corretas do ponto de visão do ajuste, porém ao mesmo tempo o governo vem fazendo concessões que começam a mudar este balanço de uma forma muito complicada. Ainda existe espaço para cortes nos gastos do governo? Tenho avaliação muito radical em ligação a isto.

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